Diástase

Na FISIOVIDA dispomos de vários métodos e técnicas que a vão ajudar a prevenir e tratar a diástase. Mas antes de tratar é importante saber o que é afinal uma DIÁSTASE !

Quando você apalpa a parede externa do seu abdómen sente como se um pequeno buraco separasse os dois lados da musculatura da sua barriga? Então está na hora de recorrer à FISIOVIDA. O que você tem é chamado de diástase, uma separação na musculatura abdominal que, se não for tratada, pode provocar dores nas costas e membros inferiores a longo prazo.

O que é a diástase e quais as suas causas?

R: Diástase é o afastamento dos músculos retos do abdómen. Estes músculos são aqueles que fazem os “quadradinhos” na zona do abdómen. Quando há um aumento da pressão intra abdominal com o afastamento destes músculos (gestações múltiplas, obesidade, desnutrição, etc) ocorre a diástase.

Existe algum fator de risco?

R: Mulheres que não fazem exercícios físicos e, assim, não têm o abdómen trabalhado, desenvolvem mais probabilidade de apresentar o problema. Contribuem também determinadas hormonas que, na gestação, provocam relaxamento muscular. Os fatores que predispõem uma mulher grávida para uma diástase do reto abdominal são usualmente: gestações múltiplas, obesidade, um bebé grande e excesso de líquido amniótico. Os sintomas mais comuns são dores na zona lombar, nádegas, coxas e uma protuberância no meio do abdómen quando se senta ou está de pé.

Como é feito o diagnóstico?

R: O diagnóstico é feito com o exame físico. Pede-se para a paciente deitada se levantar sem o auxílio das mãos (como se fosse fazer abdominal) e percebe-se uma elevação na região central do abdómen. Se o afastamento for menor que quatro centímetros, exercícios físicos para a região abdominal (mais à frente explicaremos quais os exercícios mais adequados) podem reverter a situação num período que pode chegar aos três meses. Se for maior, é necessária uma cirurgia para unir os lados.

O que pode ser feito para evitar o surgimento da diástase?

R: Não dá para prevenir a diástase, mas manter o espaçamento estre as gestações em pelo menos dois anos, fazer exercícios físicos que fortaleçam a região, como o Pilates Clínico, a Ginástica Abdominal Hipopressiva ou o R.P.G, que é realizado na FISIOVIDA, e manter uma boa alimentação pode reduzir as chances.

Existe tratamento para a diástase? Em que consiste?

R: Sim. A depender do tamanho do afastamento, o tratamento mais indicado, como referido atrás é a realização de Pilates Clínico, Ginástica Abdominal Hipopressiva e R.P.G., que deve ser acompanhado por um fisioterapeuta especialista nestes métodos. O grande objetivo destes métodos e vantagem dos mesmos é permitir um reforço de toda a parede abdominal sem causar malefício e agressão para a coluna. Uma outra abordagem que poderá potenciar o tratamento da diástase é com a Fisioterapia Dermato-Funcional que terá como objetivo a aceleração e indução da regeneração da pele e tecido conjuntivo superficial. Nos casos em que o tratamento conservador não é bem sucedido, o tratamento definitivo é o cirúrgico.

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