Osteopatia na dor menstrual

Este é mais um exemplo da forma como a Osteopatia desenvolvida pela FISIOVIDA na clínica do Porto pode melhorar significativamente a qualidade de vida de muitas mulheres.

O QUE É A DISMENORREIA?

A dismenorreia define-se pela dor e mal-estar durante o período menstrual ou nos dias que imediatamente o antecedem (síndrome pré-menstrual).

A dor caraterística é surda e difusa ou do tipo cólica, habitualmente localizada na região abdominal. Em várias mulheres pode atingir a zona lombar e sacro-ilíacas, ou estender-se para a região inguinal ou coxas.

O desconforto que precede e acompanha a menstruação pode intensificar-se com a presença de outros sintomas, mais ou menos severos: dores de cabeça, diarreia ou obstipação, sensibilidade mamária, fadiga, náuseas, tonturas, ansiedade, depressão e irritabilidade.

O QUE É A DISMENORREIA FUNCIONAL?

É quando a dor surge na ausência de problema médico, ou seja, tanto o útero como os ovários estão bem, apenas há algo em redor a perturbar o seu funcionamento.

A DISMENORREIA FUNCIONAL ocorre em 75% das mulheres, sendo acompanhada por outros sintomas de severidade diversa.

Particularmente quando a dor se manifesta desde as primeiras menstruações (as DISMENORREIAS PRIMÁRIAS), as adolescentes conformam-se e passam a contar mensalmente com os mesmos sintomas.

É COMUM ACREDITAR-SE QUE É NATURAL EXISTIR DOR!! Um facto ainda muito presumido por vários profissionais de saúde.

A MEDICAÇÃO: O SUPORTE HABITUAL NO PERÍODO MENSTRUAL

É frequente o uso de analgésicos para minimizar os sintomas menstruais. No entanto, os fármacos não exercem nenhuma melhoria na função do útero e ovários, e portanto NÃO AJUDAM NO MECANISMO DA MENSTRUAÇÃO. Simplesmente calam o que o corpo está a manifestar!

A recorrência periódica à medicação para aliviar a dor pode ser evitada ao atuar-se sobre regiões do corpo, facilitando todo este processo natural feminino.

A MENSTRUAÇÃO NORMAL É INDOLOR!!

Tendo em conta a fisiologia do corpo, a menstruação em qualquer adolescente, jovem ou mulher adulta, NÃO TEM RAZÃO PORQUE DOER.

Apenas nas mulheres que apresentam problemas específicos nos ovários ou no útero (endometriose, fibromas, quistos, etc.), há uma causa física que origina alteração na estrutura dos órgãos, e consequentemente uma ovulação dolorosa. Estas são as DISMENORREIAS SECUNDÁRIAS, que aparecem associadas a razões concretas.

De outro modo, SE HÁ DOR, É PORQUE EXISTE ALGUM TIPO DE ALTERAÇÃO NA MOBILIDADE DO ÚTERO, TROMPA OU OVÁRIOS, OU TENSÃO DOS TECIDOS QUE OS ENVOLVEM.

ENTÃO PORQUE RAZÃO GRANDE PROPORÇÃO DA POPULAÇÃO FEMININA APRESENTA QUEIXAS DE DOR MENSTRUAL?

As aderências e a falta de liberdade nos tecidos do corpo é o que verdadeiramente IMPEDE A AÇÃO REGULAR E INDOLOR DE TODOS OS ELEMENTOS QUE INTERVEÊM NO CICLO MENSTRUAL.

A dor pode surgir por:

  • rigidez ou alterações na mobilidade e alinhamento da coluna lombar e sacro, a qual ocasiona:

    – alteração das contrações uterinas (mais fortes e intensas);
    – diminuição da vascularização/nutrição do aparelho genital;
    – aumento da pressão intra-abdominal e pélvica por diminuição da circulação (acumulação de sangue e linfa).

  • tensões e aderências de ligamentos/fáscias GERADOS pelo aumento natural do peso do útero no período menstrual, causa um sofrimento adicional;
  • ptose (descida) intestinal, que comprime útero e ovários, não deixando espaço suficiente para o útero aumentar o seu tamanho no ciclo menstrual;
  • problemas posturais, que alteram a posição dos órgãos;
  • falta de mobilidade do crânio, que gera desequilíbrio hormonal.

    A OSTEOPATIA AJUDA NA DOR E REGULARIZAÇÃO MENSTRUAL

  • tratamento de pontos de gatilho (nódulos de tensão) nos músculos abdominais (retos) alivia a dor referida abdominal e pélvica;
  • a mobilidade lombar, sacro e cóxis favorecem a drenagem linfática e venosa, descongestionando a região pélvica e abdominal;
  • o equilíbrio lombar e sacro-ilíaco normaliza as contrações uterinas e a sua vascularização;
  • a mobilidade do útero/ovários/trompa promove a sua ação e eliminam compressões;
  • o alinhamento da estrutura pélvica otimiza a ação dos músculos do pavimento pélvico;
  • a mobilidade da cervical e crâneo regula os níveis hormonais.
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