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	<title>Reeducação Postural Global &#8211; RPG &#8211; Fisiovida</title>
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	<description>Clínica de Fisioterapia Avançada, Osteopatia, RPG, Pilates e Acupuntura no Porto</description>
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	<title>Reeducação Postural Global &#8211; RPG &#8211; Fisiovida</title>
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		<title>As Consequências Invisíveis das Cicatrizes: saiba como pode recuperar a mobilidade e o bem-estar!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipa Fisiovida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisioterapia Avançada]]></category>
		<category><![CDATA[Osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[cicatriz]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento cicatriz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que a uma cicatriz pode ser a causa da sua dor de cabeça, pescoço ou costas? Saiba mais como a cicatriz pode afetar negativamente o seu corpo e qual a solução!</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/a-cicatriz-e-a-sua-consequencia-invisivel-2/">As Consequências Invisíveis das Cicatrizes: saiba como pode recuperar a mobilidade e o bem-estar!</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Sabia que a uma cicatriz pode ser a causa da sua dor de cabeça, pescoço ou costas? Neste artigo, explicamos como a cicatriz afeta mais do que a pele e pode estar a causar desconforto geral no seu corpo!</span></p>
<p><a href="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2023/03/Cicatriz-cesariana.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11876" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2023/03/Cicatriz-cesariana.jpg" alt="" width="400" height="300" title="As Consequências Invisíveis das Cicatrizes: saiba como pode recuperar a mobilidade e o bem-estar! 1"></a></p>
<h2>O que é uma Cicatriz e como afeta o corpo?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma cicatriz é uma área de tecido cicatricial semelhante a uma costura, naturalmente mais dura e rígida. A zona suturada, literalmente cosida, agrafada ou colada tem uma intenção de fecho e de fixação, ou seja, opõe-se ao movimento! Assim, quebra a continuidade na fáscia, perdendo-se aquela onda de mobilidade contínua dos tecidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto resulta numa incapacidade do corpo em se ajustar de forma eficiente, quando nos movemos, dobramos, sentamos, levantamos, esticamos, etc. Assim, uma cicatriz pode afetar a aparência da área afetada, mudar a mobilidade dos tecidos, a sua função e a mecânica corporal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes, é necessário invadir o corpo para o ajudar, mas esse corte, além da cicatriz visível, deixa marcas bem mais profundas, que as pessoas desconhecem e que tão pouco as relacionam com a antiga cirurgia feita há anos atrás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma cirurgia implica um corte, de relativa profundidade e que rasga várias camadas de tecidos. A sutura constitui assim uma agressão direta ao corpo, induz lesão e stress em todos os tecidos abrangidos: pele, fáscia, tecido subcutâneo, gordura, músculos e órgãos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De todos estes, a fáscia é o tecido que é contínuo por todo o corpo e se liga a todos os outros tecidos, sendo, portanto, o que provoca as maiores alterações, as quais surgem por vezes, só alguns anos após a cirurgia e em zonas à distância. Tendo a fáscia inúmeros recetores, grava todos os estímulos da cirurgia, e o corpo fica com uma memória inconsciente deturpada relativamente ao estado e função daquela zona, criando-se ali um bloqueio, quer pela rigidez física, quer pela emoção negativa que lhe está associada. Mediante o forte estímulo que recebeu “de ficar atado”, assume a área com uma atitude de proteção, tentando evitar que as zonas vizinhas, acima ou abaixo, se movam muito e repuxem a cicatriz, esticando mais zonas à distância para compensar essa falta de extensibilidade local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por esta razão que a pessoa, após passar a recuperação pós-operatória não nota nenhuma mudança de tensão ou limitação consciente, mas há modificações de tensões nos tecidos que o corpo manifesta mais tarde! A função e ativação desta zona é minimizada, criando repercussões gerais, pois, cada região é estritamente necessária ao movimento!</span></p>
<p><a href="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2023/03/Cicatriz-perna.jpg" data-rel="lightbox-image-1" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11877" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2023/03/Cicatriz-perna.jpg" alt="" width="400" height="300" title="As Consequências Invisíveis das Cicatrizes: saiba como pode recuperar a mobilidade e o bem-estar! 2"></a></p>
<h2>Quais as alterações no corpo causadas por cicatrizes</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma cicatriz, gera a médio/longo prazo, alterações no corpo, mais ou menos percetíveis e óbvias:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">cicatriz dura, pode ficar mais espessa e fibrosa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">área hipersensível à dor ou com perda de sensibilidade, ligeiramente anestesiada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alterações posturais, pelo encurtamento fascial em cadeia: ombros enrolados, cabeça projetada à frente, coluna torácica curvada (hipercifose), lombar em hiperlordose;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dor cervical, dor lombar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dores de cabeça;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alterações digestivas e intestinais (pela conexão fascial);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">hipotonia abdominal, por diminuição da sensibilidade dos receptores musculares e lesão das fibras musculares;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dores no ato sexual (em caso de cirurgia à bexiga ou parto normal com episiotomia);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alterações do sono;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">estado mais ansioso ou mais abatido (pela memória e tensão fascial).</span></li>
</ul>
<h2>Como realmente tratar uma Cicatriz</h2>
<p>Não é suficiente aplicar hidratante e massajar superficialmente em casa, como é conselho habitual de vários profissionais de saúde. Existe todo um circuito de relações que foram cortadas, que é importante refazer de novo, por isso é importante induzir estímulos positivos à zona para que volte à sua atividade e função. Assim, o tratamento passará por:</p>
<ul>
<li>libertação da cicatriz e de todas as áreas relacionadas e modificadas;</li>
<li>técnicas fasciais e de mobilidade de tecidos;</li>
<li>utilizar meios eletrofísicos como <a href="https://fisiovida.pt/fisioterapia-invasiva/">eletrólise percutânea intratecidular (EPI)</a>, neuromodulação ou diatermia;</li>
<li>trabalho visceral e do diafragma;</li>
<li>trabalho de correção postural com o <a href="https://fisiovida.pt/reeducacao-postural-global-rpg/">método de Reeducação Postural Global</a>;</li>
<li>trabalho de controlo motor seletivo e de mobilidade através do <a href="https://fisiovida.pt/pilates-clinico/">Pilates Clínico</a> e/ou nosso departamento de <a href="https://fisiovida.pt/exercicio-clinico/">Exercício Clínico e Optimização da Saúde (ECOS)</a>.</li>
</ul>
<p>Concluindo, uma cicatriz pode estar a ter um impacto negativo no seu corpo, podendo ser a causa de sintomas recorrentes tais como dores de cabeça, pescoço ou costas. Se tem estes sintomas, é muito importante contactar a FISIOVIDA. Os nossos profissionais podem melhorar a sua qualidade de vida. Estamos à sua espera na FISIOVIDA!</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Butler D. e Moseley L. (2003). Explain Pain. Noigroup Publications. Austrália;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Netter F. H. Atlas de Anatomia Humana 6ª edição 2015 Elsevier.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Pilat Andrzej Terapias miofasciales: Inducción miofascial &#8211; Aspetos teóricos y aplicaciones clínicas McGraw Hill &#8211; Interamericana.</span></li>
</ul>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2024/01/LOGO-VIDEO-HOME.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="As Consequências Invisíveis das Cicatrizes: saiba como pode recuperar a mobilidade e o bem-estar! 3"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/fisiovida_fisioterapia_porto/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Equipa Fisiovida</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"></div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/a-cicatriz-e-a-sua-consequencia-invisivel-2/">As Consequências Invisíveis das Cicatrizes: saiba como pode recuperar a mobilidade e o bem-estar!</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cicatriz e as consequências invisíveis: saiba como tratar!</title>
		<link>https://fisiovida.pt/a-cicatriz-e-a-sua-consequencia-invisivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 09:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisioterapia Avançada]]></category>
		<category><![CDATA[Osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[cicatriz]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento cicatriz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que a uma cicatriz pode ser a causa da sua dor de cabeça, pescoço ou costas? Saiba mais como a cicatriz pode afetar negativamente o seu corpo e qual a solução!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Sabia que a uma cicatriz pode ser a causa da sua dor de cabeça, pescoço ou costas? Neste artigo, explicamos como a cicatriz afeta mais do que a pele e pode estar a causar desconforto geral no seu corpo!</span></p>
<h2>O que é uma Cicatriz e como afeta o corpo?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma cicatriz é uma área de tecido cicatricial semelhante a uma costura, naturalmente mais dura e rígida. A zona suturada, literalmente cosida, agrafada ou colada tem uma intenção de fecho e de fixação, ou seja, opõe-se ao movimento! Assim, quebra a continuidade na fáscia, perdendo-se aquela onda de mobilidade contínua dos tecidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto resulta numa incapacidade do corpo em se ajustar de forma eficiente, quando nos movemos, dobramos, sentamos, levantamos, esticamos, etc. Assim, uma cicatriz pode afetar a aparência da área afetada, mudar a mobilidade dos tecidos, a sua função e a mecânica corporal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes, é necessário invadir o corpo para o ajudar, mas esse corte, além da cicatriz visível, deixa marcas bem mais profundas, que as pessoas desconhecem e que tão pouco as relacionam com a antiga cirurgia feita há anos atrás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma cirurgia implica um corte, de relativa profundidade e que rasga várias camadas de tecidos. A sutura constitui assim uma agressão direta ao corpo, induz lesão e stress em todos os tecidos abrangidos: pele, fáscia, tecido subcutâneo, gordura, músculos e órgãos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De todos estes, a fáscia é o tecido que é contínuo por todo o corpo e se liga a todos os outros tecidos, sendo, portanto, o que provoca as maiores alterações, as quais surgem por vezes, só alguns anos após a cirurgia e em zonas à distância. Tendo a fáscia inúmeros recetores, grava todos os estímulos da cirurgia, e o corpo fica com uma memória inconsciente deturpada relativamente ao estado e função daquela zona, criando-se ali um bloqueio, quer pela rigidez física, quer pela emoção negativa que lhe está associada. Mediante o forte estímulo que recebeu “de ficar atado”, assume a área com uma atitude de proteção, tentando evitar que as zonas vizinhas, acima ou abaixo, se movam muito e repuxem a cicatriz, esticando mais zonas à distância para compensar essa falta de extensibilidade local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por esta razão que a pessoa, após passar a recuperação pós-operatória não nota nenhuma mudança de tensão ou limitação consciente, mas há modificações de tensões nos tecidos que o corpo manifesta mais tarde! A função e ativação desta zona é minimizada, criando repercussões gerais, pois, cada região é estritamente necessária ao movimento!</span></p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="209" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/07/cicatriz-e-importancia-Porto-FISIOVIDA-300x209.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="2" size="medium" ids="4452,4453" orderby="post__in" include="4452,4453" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/07/cicatriz-e-importancia-Porto-FISIOVIDA-300x209.jpg 300w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/07/cicatriz-e-importancia-Porto-FISIOVIDA-275x193.jpg 275w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/07/cicatriz-e-importancia-Porto-FISIOVIDA.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="Cicatriz e as consequências invisíveis: saiba como tratar! 4">
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<h2>Quais as alterações no corpo causadas por cicatrizes</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma cicatriz, gera a médio/longo prazo, alterações no corpo, mais ou menos percetíveis e óbvias:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">cicatriz dura, pode ficar mais espessa e fibrosa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">área hipersensível à dor ou com perda de sensibilidade, ligeiramente anestesiada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alterações posturais, pelo encurtamento fascial em cadeia: ombros enrolados, cabeça projetada à frente, coluna torácica curvada (hipercifose), lombar em hiperlordose;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dor cervical, dor lombar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dores de cabeça;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alterações digestivas e intestinais (pela conexão fascial);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">hipotonia abdominal, por diminuição da sensibilidade dos receptores musculares e lesão das fibras musculares;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dores no ato sexual (em caso de cirurgia à bexiga ou parto normal com episiotomia);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alterações do sono;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">estado mais ansioso ou mais abatido (pela memória e tensão fascial).</span></li>
</ul>
<h2>Como realmente tratar uma Cicatriz</h2>
<p>Não é suficiente aplicar hidratante e massajar superficialmente em casa, como é conselho habitual de vários profissionais de saúde. Existe todo um circuito de relações que foram cortadas, que é importante refazer de novo, por isso é importante induzir estímulos positivos à zona para que volte à sua atividade e função. Assim, o tratamento passará por:</p>
<ul>
<li>libertação da cicatriz e de todas as áreas relacionadas e modificadas;</li>
<li>técnicas fasciais e de mobilidade de tecidos;</li>
<li>utilizar meios eletrofísicos como <a href="https://fisiovida.pt/fisioterapia-invasiva/">eletrólise percutânea intratecidular (EPI)</a>, neuromodulação ou diatermia;</li>
<li>trabalho visceral e do diafragma;</li>
<li>trabalho de correção postural com o <a href="https://fisiovida.pt/reeducacao-postural-global-rpg/">método de Reeducação Postural Global</a>;</li>
<li>trabalho de controlo motor seletivo e de mobilidade através do <a href="https://fisiovida.pt/pilates-clinico/">Pilates Clínico</a> e/ou nosso departamento de <a href="https://fisiovida.pt/exercicio-clinico/">Exercício Clínico e Optimização da Saúde (ECOS)</a>.</li>
</ul>
<p>Concluindo, uma cicatriz pode estar a ter um impacto negativo no seu corpo, podendo ser a causa de sintomas recorrentes tais como dores de cabeça, pescoço ou costas. Se tem estes sintomas, é muito importante contactar a FISIOVIDA. Os nossos profissionais podem melhorar a sua qualidade de vida. Estamos à sua espera na FISIOVIDA!</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Butler D. e Moseley L. (2003). Explain Pain. Noigroup Publications. Austrália;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Netter F. H. Atlas de Anatomia Humana 6ª edição 2015 Elsevier.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Pilat Andrzej Terapias miofasciales: Inducción miofascial &#8211; Aspetos teóricos y aplicaciones clínicas McGraw Hill &#8211; Interamericana.</span></li>
</ul>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2021/11/copy_405157037-e1637757673514.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="Cicatriz e as consequências invisíveis: saiba como tratar! 6"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/dr-samuel/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Samuel Ferreira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Fisioterapeuta e Osteopata. Especialista em Reeducação Postural Global. Diretor Clínico da FISIOVIDA.</p>
<div class="image-colaborador"></div>
<div class="cv-colaborador">
<p><em>O fascínio pela fisioterapia e pelo empreendedorismo fazem com que a soma de ambas seja a fórmula perfeita encontrada pelo Samuel para, através da FISIOVIDA, ir ao encontro da sua maior paixão: transformar a vida das pessoas! Tem um enorme gosto pelo desporto sendo a prática de exercício uma atividade regular durante a semana, quer individualmente quer com os seus 4 filhos. Gosta muito de ouvir música e tocar o seu violino juntamente com a sua orquestra familiar. Viajar, de preferência em família e para destinos que possibilitem apreciar a natureza, é algo que procura fazer com frequência.</em></p>
</div>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/a-cicatriz-e-a-sua-consequencia-invisivel/">Cicatriz e as consequências invisíveis: saiba como tratar!</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Fisioterapia como ajuda a solucionar a dor no pescoço!</title>
		<link>https://fisiovida.pt/fisioterapia-dor-cervical-porto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 08:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisioterapia Avançada]]></category>
		<category><![CDATA[Osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[dor cervical]]></category>
		<category><![CDATA[dor pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Dor no pescoço pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo má postura, tensão muscular e lesões. Saiba como a Fisioterapia pode ajudar a aliviar essa dor através de técnicas de fortalecimento, alongamento e massagem!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Dor no pescoço pode ser causada por uma variedade de fatores. A <a href="https://fisiovida.pt/fisioterapia-avancada/">Fisioterapia </a>pode ajudar a aliviar a dor cervical através de técnicas de fortalecimento, alongamento e massagem, além de o orientar sobre como melhorar a sua postura e prevenir futuras dores no pescoço.</span></p>
<h2>O que é a Dor no Pescoço?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A dor no pescoço, clinicamente conhecida como cervicalgia, é considerada um problema de saúde pública, podendo ter repercussões tanto na vida social como na vida ocupacional do utente. É frequentemente um sintoma recorrente, de causa não específica, caracterizando-se por dor localizada na região do pescoço, aumento da tensão muscular dessa região e restrição dos movimentos cervicais. Em alguns quadros a dor pode ainda irradiar para a zona dos braços e estar presente formigueiros, diminuição da sensibilidade e diminuição da força muscular no ombro, braço, antebraço e mão. Quadros de dor de cabeça e tonturas estão também muitas vezes associados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos indicam que, anualmente, a cervicalgia afeta entre 30 a 50% da população geral. Mas não se preocupe, existe um tratamento eficaz para a dor de pescoço na FISIOVIDA! Se tiver dúvidas ou pretender uma avaliação detalhada da sua situação contacte-nos. Temos uma equipa de Fisioterapeutas especializados em <a href="https://fisiovida.pt/fisioterapia-avancada/">Fisioterapia</a>, Reeducação Postural Global e Osteopatia que o podem ajudar!</span></p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="350" height="303" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/02/dor-cervical-tratamento-de-fisioterapia-e-osteopatia-porto.jpg" class="attachment-large size-large" alt="" link="none" columns="2" size="large" ids="2069,2070" orderby="post__in" include="2069,2070" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/02/dor-cervical-tratamento-de-fisioterapia-e-osteopatia-porto.jpg 350w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/02/dor-cervical-tratamento-de-fisioterapia-e-osteopatia-porto-300x260.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" title="A Fisioterapia como ajuda a solucionar a dor no pescoço! 7">
<img loading="lazy" decoding="async" width="350" height="303" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/02/dor-cervical-tratamento-porto-fisioterapia.jpg" class="attachment-large size-large" alt="" link="none" columns="2" size="large" ids="2069,2070" orderby="post__in" include="2069,2070" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/02/dor-cervical-tratamento-porto-fisioterapia.jpg 350w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2016/02/dor-cervical-tratamento-porto-fisioterapia-300x260.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" title="A Fisioterapia como ajuda a solucionar a dor no pescoço! 8">

<h2>Quais as causas da Dor do Pescoço?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A dor de pescoço pode ser resultado de uma diversidade de problemas no sistema músculo-esquelético (músculos, ligamentos, nervos ou fáscia):</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manutenção de posturas inadequadas e/ou gestos técnicos repetitivos geram tensão muscular e alterações do alinhamento da coluna;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Traumatismos (Ex: acidente de viação – mecanismo de whiplash ou “golpe de chicote”);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Problemas degenerativos das articulações vertebrais (Ex: Osteófitos – mais conhecidos por “bicos de papagaio”);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Problemas dos discos intervertebrais (Ex: protusão ou hérnia discal);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Espasmos Musculares (Ex: torcicolo)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Entre outros.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, é importante desmistificar alguns conceitos errados quando se fala em “causas da hérnia discal”. De acordo com o Prof. Peter O´Sullivan, um dos experts mundiais no estudo da Dor “…apenas 1% da dor lombar está relacionada com problemas graves da coluna, como malignidade, fratura ou infeção” e apenas 5% está relacionado com alguma protrusão discal ou compressão neural. Ou seja, 90-95 % das dores de coluna não possuem um diagnóstico baseado em exame radiológico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é que a ajuda da <a href="https://fisiovida.pt/osteopatia/">Osteopatia </a>(em conjugação com a Fisioterapia Avançada) e com o <a href="https://fisiovida.pt/exercicio-clinico/">Exercício Clínico</a> e/ou <a href="https://fisiovida.pt/pilates-clinico/">Pilates Clínico</a> se torna essencial, porque ainda que a pessoa apresente alterações degenerativas na coluna vertebral, na maioria das situações, os sintomas estão relacionadas com a falta de mobilidade das diferentes estruturas da coluna e/ou falta de capacidade no recrutamento muscular que altera a funcionalidade da pessoa, criando condições para a pessoa experienciar a dor. Saiba mais no </span><a href="https://fisiovida.pt/sentir-ou-nao-sentir-dor-eis-a-questao/"><span style="font-weight: 400;">nosso artigo sobre dor.</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos mais graves, a dor cervical pode alastrar-se para a região dos ombros, membros superiores e até mesmo aos dedos das mãos, por vezes associada a sintomas como formigueiros, dormência, sensação de peso nos membros superiores e falta de força.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dada a relação próxima entre a cervical e a cabeça, justifica a associação de sintomas como dores de cabeça, estalidos da articulação temporo-mandibular, bruxismo), vertigens, tonturas e/ou zumbidos.</span></p>
<h2>Como lidar com o torcicolo e a dor no pescoço?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O torcicolo ou a dor no pescoço podem surgir de forma inesperada e causar desconforto significativo. Normalmente é causado por um “mau jeito”, uma posição inadequada durante o sono, posturas prolongadas, movimentos bruscos ou até mesmo stress emocional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O principal responsável pelo torcicolo é geralmente o espasmo do músculo esternocleidomastoideo, localizado na frente e lateral do pescoço. Quando este músculo fica num estado de contração patológica, pode causar adaptações e/ou compensações noutras áreas do corpo, afetando a visão, audição e equilíbrio, bem como o sistema mastigatório.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente, o torcicolo e a dor no pescoço associada podem ser aliviadas com a aplicação de automassagem suave, calor local e alongamentos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aplique calor local, que ajuda a relaxar os músculos tensos e aliviar a dor;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Faça alongamentos suaves, por exemplo, inclinar a cabeça para o ombro oposto, inclinar a cabeça para frente e para trás e/ou e inclinar a cabeça para o lado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pratique automassagem, utilizando os dedos para fazer pressão suavemente sobre os músculos tensos e puxe a pele para cima e para baixo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mude frequentemente de posição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Durma com uma almofada adequada, que ajuda a manter a postura correta durante o sono e evita que durma com o pescoço torcido.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, em casos mais graves onde a dor persiste, outros fatores podem contribuir para a persistência do problema, como alterações posturais, mobilidade vertebral e cranial. Nesses casos, é necessário procurar ajuda de profissionais especializados, como os fisioterapeutas, da FISIOVIDA para tratar o problema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na FISIOVIDA dispomos das técnicas mais avançadas de <a href="https://fisiovida.pt/fisioterapia-avancada/">Fisioterapia</a>, no sentido de aliviar a dor e restaurar a mobilidade. Os exercícios realizados sem dor também são importantes para restabelecer o controlo da região cervical. Sempre que necessário a <a href="https://fisiovida.pt/reeducacao-postural-global-rpg/">RPG </a>e a <a href="https://fisiovida.pt/osteopatia/">Osteopatia </a>são métodos que conjugamos na prática clínica com o objetivo de potenciar o tratamento e prevenir futuras recorrências. <a href="https://fisiovida.pt/marcacao-online/">Faça a marcação da sua consulta!</a></span></p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Ricard F. Tratamiento osteopático de las lumbalgias y lumbociáticas por hernias discales – 2020 – 3ª edição. Medos Editorial;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ricard F. Tratamiento Osteopático de las algias lumbopélvicas 2017 1ª edição. Medos Editorial;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Butler D. e Moseley L. (2003). Explain Pain. Noigroup Publications. Austrália;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Netter F. H. Atlas de Anatomia Humana 6ª edição 2015 Elsevier;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">T.M., McReynolds, B.J. Sheridan. “Intramuscular Ketorolac versus osteopathic manipulative treatment in the management of acute neck pain in the emergency department: a randomized clinical trial”. JAOA. 2005; 105(2): 57-68;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">H. Halter et al. “Craniosacral therapy for the treatment of chronic neck pain. A randomized sham-controlled trial”. Clinical journal of pain. 2016; 32(5): 441-449.</span></li>
</ul>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2021/11/copy_405157037-e1637757673514.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="A Fisioterapia como ajuda a solucionar a dor no pescoço! 9"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/dr-samuel/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Samuel Ferreira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Fisioterapeuta e Osteopata. Especialista em Reeducação Postural Global. Diretor Clínico da FISIOVIDA.</p>
<div class="image-colaborador"></div>
<div class="cv-colaborador">
<p><em>O fascínio pela fisioterapia e pelo empreendedorismo fazem com que a soma de ambas seja a fórmula perfeita encontrada pelo Samuel para, através da FISIOVIDA, ir ao encontro da sua maior paixão: transformar a vida das pessoas! Tem um enorme gosto pelo desporto sendo a prática de exercício uma atividade regular durante a semana, quer individualmente quer com os seus 4 filhos. Gosta muito de ouvir música e tocar o seu violino juntamente com a sua orquestra familiar. Viajar, de preferência em família e para destinos que possibilitem apreciar a natureza, é algo que procura fazer com frequência.</em></p>
</div>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/fisioterapia-dor-cervical-porto/">A Fisioterapia como ajuda a solucionar a dor no pescoço!</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Escolioses Idiopáticas e Evidência</title>
		<link>https://fisiovida.pt/escolioses-idiopaticas-e-evidencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2020 16:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisioterapia Avançada]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Escoliose]]></category>
		<category><![CDATA[exercício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A equipa FISIOVIDA continua diariamente à procura da excelência e isso implica estudo e partilha diária sobre a mais recente evidência, nas mais diversas problemáticas clínicas que nos procuram. Uma das áreas que nos distingue é a abordagem nas patologias posturais da coluna, nomeadamente na Escoliose. Já foram muitos os casos clínicos que conseguimos ajudar, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A equipa FISIOVIDA continua diariamente à procura da excelência e isso implica estudo e partilha diária sobre a mais recente evidência, nas mais diversas problemáticas clínicas que nos procuram.<br />
<strong>Uma das áreas que nos distingue é a abordagem nas patologias posturais da coluna, nomeadamente na Escoliose.</strong><br />
Já foram muitos os casos clínicos que conseguimos ajudar, seja na correção, na preparação para a cirurgia ou mesmo na recuperação pós-cirurgia (<a href="https://fisiovida.pt/resultados-rpg/">Ver alguns casos AQUI</a>).<br />
Nas escolioses destacamos a nossa abordagem na consulta de Fisioterapia Avançada segundo a Reeducação Postural Global. Contudo, a abordagem vai para além de um método.</p>
<blockquote><p><em><strong>Na nossa intervenção abordamos a necessidade de outras estratégias, recorrendo a outras metodologias, tais como a utilização de coletes, a realização de exercícios específicos e, não menos importante, a educação do utente sobre todas informações acerca da problemática. Além disso, muitas vezes é necessário conjugar esforços com outras áreas de intervenção, como a Nutrição Funcional e a área Dermatofuncional.</strong></em></p></blockquote>
<p>Em 2018, a Scientific Society on Scoliosis Orthopaedic and Rehabilitation Treatment (SOSORT) atualizou as linhas orientadoras sobre a reabilitação de escolioses idiopáticas.</p>
<blockquote><p><em><strong>A Reeducação Postural Global é uma das metodologias referidas, várias vezes ao longo do artigo, como estratégia terapêutica, sendo que os profissionais da FISIOVIDA continuarão atentos às recomendações baseadas na evidência mais atualizada.</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Autor do artigo:</strong></p>
<ul>
<li>Dr. João Baptista &#8211; Fisioterapeuta especialista em RPG;</li>
<p><strong>Bibliografia:</strong></li>
<li>Negrini, S., Donzelli, S., Aulisa, A. G., Czaprowski, D., Shreiber, S., Mauroy, J. C., Zaina, F. (2018). 2016 SOSORT guidelines: orthopaedic and rehabilitation treatment of idiopathic scoliosis during growth. Scoliosis Spinal Disorders.<br />
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2021/11/copy_405157037-e1637757673514.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="Escolioses Idiopáticas e Evidência 11"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/dr-samuel/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Samuel Ferreira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Fisioterapeuta e Osteopata. Especialista em Reeducação Postural Global. Diretor Clínico da FISIOVIDA.</p>
<div class="image-colaborador"></div>
<div class="cv-colaborador">
<p><em>O fascínio pela fisioterapia e pelo empreendedorismo fazem com que a soma de ambas seja a fórmula perfeita encontrada pelo Samuel para, através da FISIOVIDA, ir ao encontro da sua maior paixão: transformar a vida das pessoas! Tem um enorme gosto pelo desporto sendo a prática de exercício uma atividade regular durante a semana, quer individualmente quer com os seus 4 filhos. Gosta muito de ouvir música e tocar o seu violino juntamente com a sua orquestra familiar. Viajar, de preferência em família e para destinos que possibilitem apreciar a natureza, é algo que procura fazer com frequência.</em></p>
</div>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/escolioses-idiopaticas-e-evidencia/">Escolioses Idiopáticas e Evidência</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento das Escolioses</title>
		<link>https://fisiovida.pt/tratamento-das-escolioses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 11:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia escoliose]]></category>
		<category><![CDATA[Escoliose]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escoliose é definida como uma alteração morfológica tridimensional da coluna vertebral. Comumente NÃO provoca dores durante o seu aparecimento, mas se a sua evolução não for travada pode trazer repercussões músculo-esqueléticas, como dores, e também para o sistema respiratório, cardíaco e circulatório e digestivo. A grande parte das escolioses estão diagnosticadas sem que haja [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>escoliose </strong>é definida como uma <strong>alteração morfológica tridimensional da coluna vertebral</strong>. Comumente NÃO provoca dores durante o seu aparecimento, mas se a sua evolução não for travada pode trazer repercussões músculo-esqueléticas, como dores, e também para o sistema respiratório, cardíaco e circulatório e digestivo.</p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="276" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliação-Escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-300x276.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="8508" orderby="post__in" include="8508" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliação-Escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-300x276.jpg 300w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliação-Escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-768x706.jpg 768w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliação-Escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA.jpg 653w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="Tratamento das Escolioses 13">

<p>A grande parte das escolioses estão diagnosticadas sem que haja uma causa conhecida para a mesma. A componente hereditária deve ser tida em conta.</p>
<blockquote><p><em><strong>É uma patologia imprevisível na sua progressão, que deve ser acompanhada de perto, para evitar a sua progressão desde cedo, para a correção da deformidade e dos fatores inerentes a esta.</strong></em></p></blockquote>
<p>A nível mundial, afeta cerca de 2 a 3% dos adolescentes e é mais frequente em jovens do sexo feminino. Nos dois anos que antecedem o início da puberdade, há um pico de crescimento acentuado, que nas raparigas pode ser mais notório aos 13 anos e nos rapazes aos 15 anos. No entanto, a escoliose também pode surgir em crianças entre os 3 anos e a adolescência.</p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="154" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-300x154.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="8513" orderby="post__in" include="8513" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-300x154.jpg 300w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-768x394.jpg 768w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA.jpg 900w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="Tratamento das Escolioses 14">

<p><strong>A Escoliose provoca dores ou outro tipo de sintomatologia?!</strong><br />
Por si só, <strong>a escoliose numa primeira fase não provoca dores</strong>, e em geral se a deformidade for pequena e com progressão lenta, o corpo consegue adaptar-se. Contudo, <strong>quanto maior for o grau de deformidade, maior é a probabilidade de surgirem sintomas</strong>, uma vez que as estruturas musculares, articulares e ligamentares estão numa posição não favorável para exercer a sua função e, por isso, mais susceptíveis a lesão e ao aparecimento de dor.</p>
<p>Em casos mais severos, principalmente com uma deformidade da caixa torácica acentuada, o sistema respiratório e cardíaco podem ficar comprometidos, limitando a capacidade pulmonar e cardíaca. Por outro lado, as alterações pélvicas inerentes a uma escoliose, podem trazer consequências não só na parte digestiva (ex: azia, digestões lentas, obstipação), mas também no aparelho reprodutor, sobretudo nas mulheres, levando a casos de disfunção sexual, infertilidade ou dificuldade em engravidar e problemas durante o parto.</p>
<blockquote><p><em><strong>Cada caso é único, cada escoliose é única, e o compromisso e desafio da FISIOVIDA é oferecer um serviço personalizado e diferenciador a cada pessoa que nos procura. Não tratamos patologias, tratamos pessoas!</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Porquê a FISIOVIDA?</strong></p>
<p>A FISIOVIDA é constituída por <strong>Fisioterapeutas com uma abordagem avançada, especialistas em Reeducação Postural Global (R.P.G.)</strong>. Este é um método mundialmente difundido e utilizado no tratamento de pessoas com escoliose e alterações posturais. Embora seja redutor descrevê-la assim, a RPG trabalha sobretudo sobre os músculos estáticos responsáveis pela manutenção da postura, associando o trabalho de correção vertebral e dos outros segmentos, progredindo para o maior equilíbrio corporal possível e livre de dor.</p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="200" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-Tratamento-com-RPG-Porto-FISIOVIDA-300x200.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="8515" orderby="post__in" include="8515" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-Tratamento-com-RPG-Porto-FISIOVIDA-300x200.jpg 300w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-Tratamento-com-RPG-Porto-FISIOVIDA-768x512.jpg 768w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-Tratamento-com-RPG-Porto-FISIOVIDA-270x180.jpg 270w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-Tratamento-com-RPG-Porto-FISIOVIDA.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="Tratamento das Escolioses 15">

<blockquote><p><em><strong>Sendo um método que prima pela INDIVIDUALIDADE e GLOBALIDADE, cada tratamento é único.</strong></em></p></blockquote>
<p>Embora envolva o trabalho do Fisioterapeuta, a RPG é uma intervenção ATIVA, e adequada ao nível de exigência de cada pessoa, para que os resultados sejam integrados o melhor possível e se mantenham ao longo do tempo.<br />
Segundo a visão de RPG e o modelo que a FISIOVIDA segue, <strong>a escoliose idiopática é fundamentalmente QUADRI-DIMENSIONAL, o que permite ampliar os resultados obtidos através desta intervenção.</strong> Além da inclinação e rotação vertebral, a escoliose associa-se à retificação vertebral. Estes elementos conduzem, em conjunto, a um achatamento que contribui para a manutenção da escoliose ao longo do tempo.</p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="200" height="300" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/RPG-em-escoliose-Porto-FISIOVIDA-1-200x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="8517" orderby="post__in" include="8517" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/RPG-em-escoliose-Porto-FISIOVIDA-1-200x300.jpg 200w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/RPG-em-escoliose-Porto-FISIOVIDA-1-683x1024.jpg 683w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/RPG-em-escoliose-Porto-FISIOVIDA-1.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" title="Tratamento das Escolioses 16">

<p><strong>Quais os fatores que nos ajudam a determinar o risco da evolução da escoliose, e são por isso importantes para ter uma ideia sobre o PROGNÓSTICO?</strong></p>
<ul>
<li>A Idade do(a) utente;</li>
<li>A angulação da(s) curvatura(s) (segundo o Ângulo de Cobb);</li>
<li>O pico de crescimento;</li>
<li>A Precocidade, a velocidade e a duração do pico de crescimento;</li>
<li>A laxidez ligamentar;</li>
<li>O grau de Risser (fator que indica a maturidade óssea da criança/adolescente);</li>
<li>(Des)equilíbrio no plano frontal;</li>
<li>O grau de rotação vertebral;</li>
<li>Causas derivadas dos membros inferiores;</li>
<li>Outras deformidades vertebrais;</li>
<li>Patologias neurológicas congénitas e/ou degenerativas;</li>
</ul>
<p>Vários fatores em simultâneo.</p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="199" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliar-corretamente-escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-300x199.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="8521" orderby="post__in" include="8521" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliar-corretamente-escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-300x199.jpg 300w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliar-corretamente-escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-768x510.jpg 768w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliar-corretamente-escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA-270x180.jpg 270w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliar-corretamente-escoliose-RPG-Porto-FISIOVIDA.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="Tratamento das Escolioses 17">

<p><strong>Dores ou outros sintomas?</strong><br />
Quando existem dores ou outra sintomatologia associada à patologia escoliótica, essa deve ser uma das nossas prioridades. <strong>Quando existe sintomatologia, o nosso corpo vai tentar de forma inconsciente encontrar uma forma de o eliminar</strong>, podendo dificultar o processo de correção da escoliose.</p>

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<p>Todas estas condições são importantes durante a avaliação de forma a procurar prevenir a evolução da escoliose, nomeadamente em crianças/ adolescentes em fase de crescimento. Questões sobre a gravidez, o parto e toda a infância são também importantes, uma vez que a origem do problema pode vir daí.<br />
Para uma intervenção completa há ainda <strong>outros fatores a ter em conta, nomeadamente a influencia dos captores posturais</strong>, ou seja os olhos, o ouvido interno, o sistema estomatognático (mandíbula, maxilar, articulação temporo-mandibular) e pés (importantes para a modelação da nossa postura), a mobilidade da coluna vertebral e dos outros segmentos corporais, padrões de movimento alterados, entre outros.<br />
É importante destacar que <strong>o tratamento não se cinge apenas à RPG</strong>. Se assim for necessário, facilmente associamos outras <strong>técnicas de Fisioterapia Avançada e técnicas de Osteopatia</strong>, sempre que a avaliação e a evolução o justificar.</p>

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<p><strong>Qual a importância do Exercício na intervenção em Escolioses?</strong><br />
Relembramos que o <strong>exercício tem um papel determinante</strong> para a correção dos padrões de movimento alterados, e para permitir que o corpo mantenha a correção de forma definitiva ao longo do tempo. <strong>O tratamento da escoliose é, sobretudo, ATIVO</strong> e a pessoa tem de compreender que está nas suas mãos grande parte do sucesso que a FISIOVIDA pode propiciar com as ferramentas que dispõe.</p>
<p>Pensando na pessoa como um todo, e tendo em conta a visão integral da FISIOVIDA, a <strong>avaliação visceral concedida pela abordagem de Osteopatia, a alimentação e a componente emocional podem desempenhar um papel preponderante na compreensão da etiologia e progressão da patologia.</strong></p>
<p>A avaliação e intervenção em Nutrição Funcional pode também ser pertinente, muito mais para além da perda ou ganho de peso. Importa perceber se existem distúrbios digestivos, alimentares e até hormonais, que beneficiem de um programa de reeducação alimentar, de forma a melhorar esses aspetos que podem estar na origem ou potenciar o aparecimento e/ou desenvolvimento da escoliose.</p>
<p><strong>Os Meios complementares de Diagnóstico são úteis?</strong><br />
Em termos de Exames Complementares de Diagnóstico, o raio-x extralongo antero-posterior e de perfil permite-nos recolher informações importantes sobre a escoliose, e serve, também, para comparar a evolução do caso em questão. Na FISIOVIDA, a fotografia é utilizada, também, como registo para acompanhar a progressão do caso.</p>
<p><center style="clear:both">
<img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="200" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliação-da-Escoliose-no-Porto-FISIOVIDA-RPG-1-300x200.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="8527" orderby="post__in" include="8527" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliação-da-Escoliose-no-Porto-FISIOVIDA-RPG-1-300x200.jpg 300w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliação-da-Escoliose-no-Porto-FISIOVIDA-RPG-1-768x512.jpg 768w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliação-da-Escoliose-no-Porto-FISIOVIDA-RPG-1-270x180.jpg 270w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Avaliação-da-Escoliose-no-Porto-FISIOVIDA-RPG-1.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="Tratamento das Escolioses 20">
</center><br />
<br style="clear:both"/></p>
<p>Cada vez nos surgem mais casos de pais preocupados com crianças cada vez mais jovens diagnosticadas com escoliose, ainda que em grau baixo de deformidade. <strong>Nestes casos, o objetivo primordial é impedir o agravamento e, se possível, realizar a melhor correção.</strong><br />
A ausência de resultados pode e deve ser tida em conta como um tratamento preventivo anti-agravamento, até que o processo de crescimento esteja concluído.</p>
<p><strong>Utilização do Colete:</strong><br />
Geralmente mais utilizado durante o processo de crescimento e adolescência, é um meio utilizado para tentar impedir a evolução da deformidade. <strong>A literatura aponta a sua utilização acima dos 30 graus, contudo a sua utilização deve ser ponderada, não apenas mediante a medição do ângulo de Cobb, mas tendo em conta os fatores anteriormente mencionados.</strong><br />
O diálogo entre o Médico, Fisioterapeuta e o Técnico que fabrica o colete deve ser constante, para que o colete seja o mais adequado para o caso, e sobretudo para que se realizem ajustes periódicos mediante a evolução do(a) utente.</p>
<p><strong>Cirurgia para Escoliose:</strong><br />
<strong>A cirurgia não é a única solução!</strong> Fora algumas exceções, <strong>a literatura aponta que a cirurgia deve ser apresentada aquando um ângulo de Cobb acima de 50 graus.</strong> Uma cirurgia deixa marcas irreversíveis no corpo e, uma cirurgia para uma escoliose, embora por vezes inevitável, deve ser ponderada, dada a agressividade da mesma e às repercussões que trará no futuro.</p>
<p><center style="clear:both">
<img loading="lazy" decoding="async" width="200" height="300" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-cirurgia-melhor-opção-RPG-Porto-200x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="8529" style="float: none;" orderby="post__in" include="8529" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-cirurgia-melhor-opção-RPG-Porto-200x300.jpg 200w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-cirurgia-melhor-opção-RPG-Porto-683x1024.jpg 683w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/Escoliose-cirurgia-melhor-opção-RPG-Porto.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" title="Tratamento das Escolioses 21">
</center><br />
<br style="clear:both"/></p>
<p>Na FISIOVIDA a nossa missão é tentar impedir o recurso à cirurgia, dentro das nossas possibilidades, e da forma mais funcional possível. Mesmo em casos acima de 50 graus, a nossa abordagem tem tido resultados interessantes como <a href="https://fisiovida.pt/tratamento-numa-escoliose-caso-clinico-real/">pode ver aqui.</a></p>
<p><strong>Intervenção pré e pós cirurgia:</strong><br />
Na eventualidade da cirurgia ser a intervenção adequada para o tratamento da escoliose, a intervenção em Fisioterapia tem inúmeras vantagens, nomeadamente tentar entender a causa da escoliose, e se possível corrigi-la.</p>
<blockquote><p><em><strong>Afinal, se a origem do problema perdurar, mesmo corrigindo a escoliose, que é apenas consequência, provavelmente no futuro o corpo desenvolverá outros problemas estruturais.</strong></em></p></blockquote>
<p>Primeiramente, a preparação do corpo para as grandes alterações da cirurgia, <strong>passa por quanto melhor condicionado estiver o corpo, melhor será o processo de recuperação pós-cirúrgico</strong>. Além disso, toda a educação sobre os cuidados a ter é fundamental para incrementar a responsabilidade e, ao mesmo tempo, um estado positivo face à cirurgia.</p>
<p><strong>Na intervenção pós-cirúrgica, além das técnicas para ajudar a reduzir as possíveis dores, é essencial a educação sobre as modificações a que o corpo foi sujeito e saber identificar as sensações normais e possíveis sinais de alerta.</strong> Além disso, o retorno progressivo à atividade, o mais precoce possível, é benéfico para uma recuperação mais rápida e com melhores resultados. <strong>Aqui o exercício desempenha um papel preponderante</strong>, desde que executado de forma progressiva e segura, podendo contar com os Fisioterapeutas do serviço de Exercício Clínico e Otimização da Saúde para o ajudar.</p>
<p><strong>&#8220;Sou adulto, tenho escoliose – o meu problema tem cura?&#8221;</strong><br />
Apesar da maior incidência da escoliose ser na adolescência, <strong>o tratamento em Fisioterapia Avançada pode ser realizado em qualquer idade</strong>, definindo os objetivos de intervenção individualmente com cada utente. A intervenção nas escolioses na população adulta e idosa passa por identificar primariamente a etiologia da sintomatologia pela qual nos procuram. Maioritariamente, a sintomatologia não esta associada à deformidade, o que é importante desmistificar.</p>
<p><center style="clear:both">
<img loading="lazy" decoding="async" width="200" height="300" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/RPG-Escoliose-Porto-FISIOVIDA-200x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="8531" style="float: none;" orderby="post__in" include="8531" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/RPG-Escoliose-Porto-FISIOVIDA-200x300.jpg 200w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/11/RPG-Escoliose-Porto-FISIOVIDA.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" title="Tratamento das Escolioses 22">
</center><br />
<br style="clear:both"/></p>
<p>A correção da escoliose pode ser possível em alguns casos, mas importa salientar a necessidade de encontrar o equilíbrio da mesma, melhorar a mobilidade e controlo motor dos músculos posturais.<br />
Considerando estes fatores, a escoliose, apesar da deformidade, não tem de ser um problema em idades mais avançadas.</p>
<blockquote><p><em><strong>O melhor tratamento é a prevenção!</strong></em></p></blockquote>
<p>Esteja atento ao(s) seu(s) filho(s)/aluno(s).<br />
Aconselhe-o quanto à forma de estar sentado, à forma de utilizar o telemóvel, tablet e computador, no transporte da mochila para a escola.<br />
Esteja atento a possíveis desequilíbrios corporais, como altura dos ombros ou desvios da pélvis. Pratique exercício físico. Faça os seus filhos praticarem desporto. Alimente-se bem.</p>
<p>Conte com a FISIOVIDA para esclarecer as suas dúvidas.<br />
Conte com a FISIOVIDA para o(a) AJUDAR!</p>
<p><strong>Autores do artigo:</strong></p>
<ul>
<li>Dra. Alice Vitorino &#8211; Fisioterapeuta especialista em RPG;</li>
<li>Dr. João Baptista &#8211; Fisioterapeuta especialista em RPG;</li>
<li>Dr. Samuel Ferreira &#8211; Fisioterapeuta especialista em RPG;
<p></br><br />
<strong>Bibliografia:</strong></li>
<li>Souchard, P. (2012). Reeducação Postural Global &#8211; O Método. Elsevier;</li>
<li>Souchard, P., &amp; Martínez, R. F. (2016). Deformações morfológicas da coluna vertebral &#8211; Tratamento fisioterápico em Reeducação Postural Global. Elsivier;</li>
<li>Souchard, P., Ollier, M. (2010). As Escolioses &#8211; Seu tratamento Fisioterapêutico e Ortopédico. Editora É Realizações;</li>
</ul>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2021/11/copy_405157037-e1637757673514.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="Tratamento das Escolioses 23"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/dr-samuel/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Samuel Ferreira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Fisioterapeuta e Osteopata. Especialista em Reeducação Postural Global. Diretor Clínico da FISIOVIDA.</p>
<div class="image-colaborador"></div>
<div class="cv-colaborador">
<p><em>O fascínio pela fisioterapia e pelo empreendedorismo fazem com que a soma de ambas seja a fórmula perfeita encontrada pelo Samuel para, através da FISIOVIDA, ir ao encontro da sua maior paixão: transformar a vida das pessoas! Tem um enorme gosto pelo desporto sendo a prática de exercício uma atividade regular durante a semana, quer individualmente quer com os seus 4 filhos. Gosta muito de ouvir música e tocar o seu violino juntamente com a sua orquestra familiar. Viajar, de preferência em família e para destinos que possibilitem apreciar a natureza, é algo que procura fazer com frequência.</em></p>
</div>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/tratamento-das-escolioses/">Tratamento das Escolioses</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Usar Cintas Lombares: Sim ou Não?</title>
		<link>https://fisiovida.pt/usar-cintas-lombares-sim-ou-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 08:36:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas Úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Pilates Clínico]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[corrigir postura]]></category>
		<category><![CDATA[dor costas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CINTAS LOMBARES: sim ou não? A utilização das cintas não é consensual. O seu uso apresenta vantagens e desvantagens, por isso deve ser sempre avaliado caso a caso. No entanto, as cintas SÓ DEVEM ser indicadas em situações muito ESPECÍFICAS e EXCECIONAIS! Qual a utilidade das cintas lombares? As cintas foram criadas com o objetivo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CINTAS LOMBARES: sim ou não?</strong></p>
<p>A utilização das cintas não é consensual. O seu uso apresenta vantagens e desvantagens, por isso deve ser sempre avaliado caso a caso.</p>
<blockquote><p><em><strong>No entanto, as cintas SÓ DEVEM ser indicadas em situações muito ESPECÍFICAS e EXCECIONAIS!</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Qual a utilidade das cintas lombares?</strong><br />
As cintas foram criadas com o objetivo de imobilizar parcialmente a coluna lombar, permitindo a diminuição do movimento do tronco. Contudo não o eliminam por completo nem reduzem a carga sobre a coluna.<br />
Apesar de contribuirem para o aumento da estabilidade lombar, <strong>diversos estudos científicos indicam que a utilização das cintas não deve exceder as 2 semanas, caso contrário, a utilização a longo prazo, poderá tornar suscetível uma atrofia muscular, decorrente de uma inatividade e diminuição da função por parte da musculatura da coluna.</strong></p>
<p><strong>A cinta evita lesões na coluna lombar?</strong><br />
<strong>As cintas não evitam lesões na região lombar</strong>, contudo acredita-se que estas podem atenuar a dor lombar aguda. O facto das cintas reduzirem e conterem a amplitude de movimento na coluna, pode diminuir a dor e ajudar na marcha. <strong>Estudos recentes sugerem que a utilização da cinta num curto espaço de tempo ajuda a reduzir a dor e a melhorar a sua função sem causar perda de força muscular. </strong><br />
Existem vários tipos de cintas lombares: umas elaboradas com um material mais rígido e outras com um material mais flexível. As mais rígidas permitem uma maior resistência ao movimento do tronco, no entanto, a longo prazo, contribuem para o aumento da rigidez muscular, devido a alterações na ativação dos músculos do tronco. As mais flexíveis têm menor suporte do tronco, limitando menos o movimento.</p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="200" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/04/Cinta-lombar-porto-FISIOVIDA-dor-lombar-300x200.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="8171" orderby="post__in" include="8171" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/04/Cinta-lombar-porto-FISIOVIDA-dor-lombar-300x200.jpg 300w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/04/Cinta-lombar-porto-FISIOVIDA-dor-lombar-270x180.jpg 270w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/04/Cinta-lombar-porto-FISIOVIDA-dor-lombar.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="Usar Cintas Lombares: Sim ou Não? 25">

<p><strong>O uso da cinta no manuseio de cargas</strong><br />
Seja no local de trabalho, para atividades que exigem muito esforço, seja em algumas modalidades desportivas, o uso da cinta lombar deve ser sempre ponderado. É de salientar que este é um acessório que contorna a região da cintura, e por isso exercerá uma compressão na região abdominal. Isto implica um aumento da pressão intra-abdominal, limitando o fluxo sanguíneo e o funcionamento dos órgãos desta região. Além disso, durante o levantamento de uma carga ou peso, normalmente as pessoas tendem a suster a sua respiração, contribuindo também para o aumento da pressão na região torácica e abdominal.<br />
No desporto, se não estiver a realizar os movimentos de forma correta, há uma grande probabilidade de provocar uma lesão.</p>
<blockquote><p><em><strong>Por vezes, as cintas transmitem uma falsa sensação de segurança, fazendo com que as lesões se tornem mais graves. </strong></em></p></blockquote>
<p>Lembre-se!</p>
<li>Usar a cinta apenas durante a atividade de levantamento e movimentação manual do peso/carga;
<li>A cinta lombar não garante mais força para levantar um peso;
<li>Se nunca se lesionou nas costas, o uso da cinta não lhe irá proporcionar mais segurança;
<li>Em alguns exercícios, para tirar o máximo partido das cintas de suporte lombar, irá executar os movimentos de forma incorreta;
<li>Se lesionar-se enquanto estiver a usar uma cinta, provavelmente a lesão será mais grave.
<p><strong>Se a cinta lombar não é a melhor opção para &#8220;tratar&#8221; a minha dor lombar de forma duradoura o que posso então fazer?</strong><br />
A cinta pode ser uma opção no tratamento da dor lombar aguda, contudo existem <strong>outras abordagens para o alivio da sintomatologia nestas situações que não se focam apenas no alívio momentâneo, mas oferecem uma perspetiva mais duradoura ao nível das melhorias.</strong><br />
De acordo com as recomendações atuais sobre a abordagem da dor lombar, <strong>a intervenção deve incluir um programa de exercícios que permitam restaurar ou manter o controlo motor da coluna e a postura corporal adequada.</strong> Um trabalho com enfoque em exercícios aeróbios, no fortalecimento muscular e na flexibilidade parece ser mais eficaz na diminuição da dor e na melhoria da função.<br />
Na FISIOVIDA o conceito de exercício está presente através de duas abordagens:</p>
<li>Uma das abordagens é o Pilates Clínico, que dá especial relevância à avaliação individual e personalizada, trabalhando a musculatura do core abdominal para uma maior estabilidade lombopélvica. <strong>O Pilates é um dos métodos amplamente utilizados em pessoas com lombalgia</strong>. Esta prática permite o restabelecimento da função dos músculos envolvidos na estabilidade lombopélvica, ou seja, nos músculos transverso abdominal, multífidos, diafragma e pavimento pélvico.
<li>Por outro lado, o programa ECOS – Exercício Clínico e Otimização da Saúde, visa a melhoria dos principais sistemas do corpo, focando-se no trabalho aeróbio, flexibilidade e fortalecimento muscular.
<p><strong>A Reeducação Postural Global &#8211; RPG, é outro dos métodos que tem revelado resultados efetivos na diminuição da dor e da rigidez</strong>, assim como no aumento da mobilidade da coluna e da expansibilidade torácica. A RPG tem por base o alongamento global das cadeias musculares com objetivo de restabelecer a flexibilidade muscular, recuperar o alinhamento correto das estruturas, eliminar a dor e restabelecer a função.</p>
<p><strong>Autora do artigo:</strong></p>
<li>Dra. Alice Vitorino &#8211; Fisioterapeuta especializada em R.P.G. na FISIOVIDA<br />
<br />
<strong>Bibliografia:</strong></p>
<li>Azadinia, F., Ebrahimi, T., Kamyab, M., Parnianpour, M., Cholewicki, J., &#038; Maroufi, N. (2017). Can lumbosacral orthoses cause trunk muscle weakness? A systematic review of literature. The Spine Journal;
<li>Boucher, J.-A., Roy , N., Preuss, R., &#038; Larivière, C. (2017). The effect of two lumbar belt designs on trunk repositioning sense in people with and without low back pain;
<li>Cholewicki, J., Lee, A., Reeves, N., &#038; Morrisette, D. (2010). Comparison of trunk stiffness provided by different design characteristics of lumbosacral orthoses. Clin Biomech;
<li>Coenen, P., Campbell, A., Kemp-Smith, K., O&#8217;Sullivan, P., &#038; Straker, L. (2017). Abdominal bracing during lifting alters trunk muscle activity and body kinematics. Applied Ergonomics;
<li>Eiks, M., Zgorzalewicz-Stachowiak, M., &#038; Zenczak-Praga, K. (2019). Application of Pilates-based exercises in the treatment of chronic non-specific low back pain: state of the art. Postgraduate Medical Journal;
<li>Kawchuk, G., Edgecombe, T., Lok Wong, A., Cojocaru, A., &#038; Prasad, N. (2015). A non-randomized clinical trial to assess the impact of nonrigid, inelastic corsets on spine function in low back pain participants and asymptomatic controls. The Spinal Journal;
<li>Mathias , M., &#038; Rougier, P. (2010). In healthy subjects, the sitting position can be used to validate the postural effects induced by wearing a lumbar lordosis brace. Annals of Physical and Rehabilitation Medicine;
<li>McGill, S. (2006). Ultimate Back Fitness and Performance 5th Edition. Orthopedic Physical Therapy &#038; Rehabilitation Product;<br />
Munoz, F., Salmochi, J. F., Faouen, P., &#038; Rougier, P. (2010). Low back pain sufferers: Is standing postural balance facilitated by a lordotic lumbar brace? Orthopaedics and Traumatology: Surgery and Research;</p>
<li>Paolucci, T., Attanasi, C., Cecchini, W., Marazzi, A., Capobianco, S., &#038; Santilli, V. (2018). Chronic low back pain and postural rehabilitation exercise: a literature review. Journal of Pain Research;
<li>Ulger, O., Demirel, A., Oz, M., &#038; Sahin, A. (2018). Effectiveness of physiotherapy and minimal invasive technics on functional status and quality of life in geriatric patients with low back pain. Journal of Exercise Rehabilitation.
<p>Bibliografia</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2021/11/copy_405157037-e1637757673514.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="Usar Cintas Lombares: Sim ou Não? 26"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/dr-samuel/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Samuel Ferreira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Fisioterapeuta e Osteopata. Especialista em Reeducação Postural Global. Diretor Clínico da FISIOVIDA.</p>
<div class="image-colaborador"></div>
<div class="cv-colaborador">
<p><em>O fascínio pela fisioterapia e pelo empreendedorismo fazem com que a soma de ambas seja a fórmula perfeita encontrada pelo Samuel para, através da FISIOVIDA, ir ao encontro da sua maior paixão: transformar a vida das pessoas! Tem um enorme gosto pelo desporto sendo a prática de exercício uma atividade regular durante a semana, quer individualmente quer com os seus 4 filhos. Gosta muito de ouvir música e tocar o seu violino juntamente com a sua orquestra familiar. Viajar, de preferência em família e para destinos que possibilitem apreciar a natureza, é algo que procura fazer com frequência.</em></p>
</div>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/usar-cintas-lombares-sim-ou-nao/">Usar Cintas Lombares: Sim ou Não?</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tenho uma má postura&#8230;será que há solução?</title>
		<link>https://fisiovida.pt/tenho-uma-ma-postura-sera-que-ha-solucao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 09:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fisiovida.pt/?p=8154</guid>

					<description><![CDATA[<p>Muitos utentes procuram-nos devido à má postura e frequentemente com presença de dores. Cabeça para a frente, ombros demasiado enrolados e curvatura lombar muito marcada. Tensão e dor ao nível do pescoço e ombros, &#8220;fundo das costas&#8221; ou articulação temporo-mandibular, são alguns exemplos. Revê-se em alguma destas situações? Então este artigo é também para si! [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos utentes procuram-nos devido à má postura e frequentemente com presença de dores. <strong>Cabeça para a frente,  ombros demasiado enrolados e curvatura lombar muito marcada. Tensão e dor ao nível do pescoço e ombros, &#8220;fundo das costas&#8221; ou articulação temporo-mandibular,</strong> são alguns exemplos. Revê-se em alguma destas situações? Então este artigo é também para si!</p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="343" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/04/Dor-coluna-e-RPG-para-eliminar-dor-FISIOVIDA-Porto.jpg" class="attachment-large size-large" alt="" link="none" columns="1" size="large" ids="8156" orderby="post__in" include="8156" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/04/Dor-coluna-e-RPG-para-eliminar-dor-FISIOVIDA-Porto.jpg 600w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2019/04/Dor-coluna-e-RPG-para-eliminar-dor-FISIOVIDA-Porto-300x172.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" title="Tenho uma má postura...será que há solução? 28">

<p><strong>Já desmistificamos que não existe uma postura correta</strong> e que não é saudável estarmos continuamente retos, mas sim que existem posturas mais aconselhadas pois respeitam o alinhamento osteoarticular do corpo humano e, acima de tudo, <strong>sabemos que o melhor passa pela variedade e pelo movimento, ou seja mudarmos de posição ao longo do dia</strong> (pode ler mais sobre esse assunto <a href="https://fisiovida.pt/mitos-sobre-a-postura/">AQUI</a>). <strong>No entanto, há situações em que estas estratégias parecem não ser suficientes e o desalinhamento é evidente e difícil de evitar</strong>, tornando-se desconfortável pela questão estética mas também pela presença de dor e restrição de mobilidade.</p>
<p><strong>A Reeducação Postural Global (R.P.G.) é uma técnica muito eficaz na correção da postura e no alívio de dores.</strong> Este método utiliza o alongamento global juntamente com a respiração, sempre orientado manualmente por um profissional. Durante as posturas de tratamento, músculos antigravíticos e músculos organizados em cadeias de coordenação neuromusculares são reequilibrados. Sabe-se que esta modificação ocorre a nível cortical onde existe uma inibição dos músculos flexores (os que projetam a cabeça para a frente, por exemplo) enquanto a excitação cortical das áreas que controlam os músculos extensores é aumentada, os músculos antigravíticos, ajudando na manutenção alongada da coluna vertebral. É por este motivo que depois de uma sessão de R.P.G. a pessoa sente-se mais alongada e está efetivamente com menos tensão muscular. <strong>A curto/ médio prazo as alterações serão significativas e as correções posturais serão naturalmente mantidas, independentemente da idade!</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Uma avaliação detalhada será fundamental para o sucesso do tratamento! Conte com a experiência dos nossos profissionais para ajudá-lo a resolver o seu problema.</strong></em></p></blockquote>
<p>Um estudo publicado na Revista <em>American Journal of Physical Medicine &#038; Rehabilitation</em>, em 2016, analisou o impacto da R.P.G. no tratamento da dor da coluna e da sua função, onde <strong>concluiu que este método mostra ser realmente eficaz na eliminação das dores e na melhoria da função da coluna.</strong> Neste mesmo estudo concluiu-se também que outras estratégias podem ser utilizadas juntamente com a R.P.G. para obter os melhores resultados. É o caso do exercício aeróbio, um programa de exercício específico e o método Pilates.</p>
<blockquote><p><em><strong>Na FISIOVIDA encontrará estes serviços com profissionais competentes, sérios e motivados em melhorar a sua postura e a eliminar as suas dores. Informe-se connosco!</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Autora do artigo:</strong></p>
<li>Dra. Luciana Ferraz &#8211; Fisioterapeuta especializada em R.P.G. na FISIOVIDA<br />
<br />
<strong>Bibliografia:</strong></p>
<li>Lomas-Vega et al., (2016). Effectiveness of Global Postural Re-education for Treatment of Spinal Disorders: A Meta-analysis. American Journal of Physical Medicine &#038; Rehabilitation<br />
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2021/11/copy_405157037-e1637757673514.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="Tenho uma má postura...será que há solução? 29"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/dr-samuel/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Samuel Ferreira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Fisioterapeuta e Osteopata. Especialista em Reeducação Postural Global. Diretor Clínico da FISIOVIDA.</p>
<div class="image-colaborador"></div>
<div class="cv-colaborador">
<p><em>O fascínio pela fisioterapia e pelo empreendedorismo fazem com que a soma de ambas seja a fórmula perfeita encontrada pelo Samuel para, através da FISIOVIDA, ir ao encontro da sua maior paixão: transformar a vida das pessoas! Tem um enorme gosto pelo desporto sendo a prática de exercício uma atividade regular durante a semana, quer individualmente quer com os seus 4 filhos. Gosta muito de ouvir música e tocar o seu violino juntamente com a sua orquestra familiar. Viajar, de preferência em família e para destinos que possibilitem apreciar a natureza, é algo que procura fazer com frequência.</em></p>
</div>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/tenho-uma-ma-postura-sera-que-ha-solucao/">Tenho uma má postura&#8230;será que há solução?</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Haverá solução no tratamento da Espondilite Anquilosante?</title>
		<link>https://fisiovida.pt/havera-solucao-no-tratamento-da-espondilite-anquilosante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 16:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECOS]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia Avançada]]></category>
		<category><![CDATA[Pilates Clínico]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[espondilite anquilosante]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição funcional]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento coluna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a Espondilite Anquilosante? A Espondilite Anquilosante (EA) é uma patologia inflamatória crónica que pertence ao grupo das espondilartrites. A EA é considerada uma espondilartrite axial, que afeta principalmente a coluna vertebral, levando a uma diminuição da sua mobilidade e funcionalidade. É caracterizada por um processo inflamatório constante que ocorre nos locais de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é a Espondilite Anquilosante?</strong><br />
A <strong>Espondilite Anquilosante</strong> (EA) é uma patologia inflamatória crónica que pertence ao grupo das espondilartrites. A EA é considerada uma espondilartrite axial, que afeta principalmente a coluna vertebral, levando a uma diminuição da sua mobilidade e funcionalidade. É caracterizada por um processo inflamatório constante que ocorre nos locais de inserção dos tendões e ligamentos (denominada de entesite) acometendo, numa fase inicial, as articulações sacro-ilíacas, e evoluindo para coluna lombar, dorsal e por fim cervical.<br />
Associadas à EA, podem surgir outras espondilartrites como é o caso das espondilartrites periféricas, que afetam os ombros, as ancas, os joelhos e as tibiotársicas, assim como outras patologias como a artrite psoriásica, a artrite associada à doença inflamatória do intestino &#8211; doença de Crohn -, a artrite reativa, entre outras.<br />
<strong></p>

<img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="231" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/11/tratamento-dor-costas-porto-FISIOVIDA-300x231.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="7624" orderby="post__in" include="7624" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/11/tratamento-dor-costas-porto-FISIOVIDA-300x231.jpg 300w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/11/tratamento-dor-costas-porto-FISIOVIDA.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="Haverá solução no tratamento da Espondilite Anquilosante? 31">

<p>Quais são os sintomas da EA?</strong><br />
Dentro dos sintomas mais frequentes, <strong>a dor lombar é o sinal mais relevante.</strong> Esta surge durante o repouso, dificultando, por vezes, um sono reparador. <strong>Ao levantar de manhã, ou após períodos de repouso, o paciente pode sentir rigidez generalizada nos movimentos, mas que aliviam com a continuação do movimento</strong>. <strong>Com a evolução da patologia</strong> e das alterações degenerativas verifica-se uma diminuição da amplitude dos movimentos e um <strong>conjunto de alterações posturais</strong>, nomeadamente:</p>
<li>Retificação da lombar (ausência de curvas);
<li>Flexão compensatória da pélvis e dos joelhos;
<li>Aumento da curvatura dorsal;
<li>Retificação da cervical;
<li>Projeção da cabeça para a frente.
<p>Estas alterações podem comprometer o dia-a-dia da pessoa, provocando limitações em atividades como inclinar o tronco ou em virar o pescoço para olhar para trás, por exemplo.</p>
<p><strong>Ainda não é conhecida a causa desta patologia.</strong> Sabe-se que esta resulta de uma desregulação do sistema imunológico do organismo, e que alguns fatores genéticos têm um papel importante. Estes, associados a determinados fatores ambientais podem contribuir para o desencadear da doença.<br />
Ainda não existem critérios de diagnóstico definidos. O diagnóstico tem em consideração um conjunto de fatores como as manifestações clínicas (dor lombar, artrite, uveíte, entesite), resultados imagiológicos (radiografia e ressonância magnética das sacroilíacas) e análises laboratoriais (HLA B27, PCR). São o conjunto destes resultados, que indicam a presença ou não da EA e definem o seu diagnóstico.</p>
<p><strong>Que soluções estão disponíveis como tratamento?</strong><br />
Os principais objetivos que se pretendem com o tratamento são a <strong>redução da dor e rigidez matinal, a prevenção de deformidades, a preservação da postura correta, a manutenção e melhoria da mobilidade, força e flexibilidade e da condição física geral.</strong><br />
Nos portadores de EA, <strong>a prática de exercício físico adequado</strong> e a realização de um <strong>plano de tratamento em Fisioterapia</strong> assumem uma importância fundamental, no sentido de preservar a mobilidade e uma correta postura. Um dos aspetos mais importantes do tratamento são os exercícios direcionados para a coluna vertebral e exercícios respiratórios, de modo a alongar e fortalecer os músculos da coluna e evitar a rigidez e perda de mobilidade. <br />
Dentro da Fisioterapia, a <strong>Reeducação Postural Global (RPG), tem revelado resultados efetivos na diminuição da dor e da rigidez matinal, assim como no aumento da mobilidade da coluna e da expansibilidade torácica.</strong> </p>
<blockquote><p><em><strong>Na FISIOVIDA, este é um método que contribui para uma maior capacidade funcional e melhor qualidade de vida para os portadores de EA.</strong></em></p></blockquote>
<p>Por outro lado, <strong>o exercício físico individualizado e adaptado tem revelado benefícios no tratamento da EA</strong>, por restituir ao sistema osteoarticular a amplitude de movimento que a inflamação acomete, assim como na amplitude dos movimentos torácicos e na mobilidade da coluna vertebral. Além disso, <strong>tem-se verificado que o papel do exercício físico é fundamental para a redução das concentrações de TNF-alfa, uma citocina encontrada em concentrações elevadas nas áreas de inflamação ativa.</strong> Neste sentido, <strong>o exercício de intensidade moderada, praticado com regularidade, melhora a capacidade de resposta do sistema imune</strong>.</p>
<blockquote><p><em><strong>Na FISIOVIDA o exercício físico está inserido num conceito diferenciado que aborda o indivíduo como um todo.  Uma das abordagens é o Pilates, que dá especial relevância à avaliação individual e personalizada, trabalhando as debilidades/disfunções do corpo em específico. Por outro lado, o programa ECOS – Exercício Clínico e Otimização da Saúde, visa a melhoria dos principais sistemas do corpo, tais como o sistema cardiovascular, respiratório, endócrino e metabólico no sentido de potenciar a sua melhor performance e estado global de saúde.</strong></em></p></blockquote>

<img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="200" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/11/Pilates-dor-coluna-porto-tratamento-FISIOVIDA-300x200.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" link="none" columns="1" size="medium" ids="7620" orderby="post__in" include="7620" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/11/Pilates-dor-coluna-porto-tratamento-FISIOVIDA-300x200.jpg 300w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/11/Pilates-dor-coluna-porto-tratamento-FISIOVIDA-270x180.jpg 270w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/11/Pilates-dor-coluna-porto-tratamento-FISIOVIDA.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="Haverá solução no tratamento da Espondilite Anquilosante? 32">

<p><strong>O recurso ao tratamento farmacológico</strong>, que tem por base a administração de anti‐inflamatórios não esteroides, tem-se revelado uma das abordagens possíveis para retardar os danos estruturais. Além dos anti-inflamatórios, o recurso aos fármacos biológicos, que atuam contra moléculas intervenientes no processo inflamatório, é uma alternativa para os pacientes que, apesar das terapêuticas atrás descritas, mantêm grande atividade da doença.<br />
Contudo, <strong>existem outras abordagens, nomeadamente no plano nutricional</strong>, que permitem diminuir o processo anti-inflamatório de uma forma natural e sem os efeitos secundários dos fármacos.</p>
<blockquote><p><em><strong>Com a Nutrição Funcional consegue-se atuar nas mesmas cascatas de sinalização e nas mesmas vias metabólicas que os fármacos sem as consequências que estes podem ter a nível do sistema imunitário.</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Qual a ajuda que a Nutrição Funcional pode dar na EA?</strong><br />
Sendo uma patologia inflamatória crónica, uma das bases da sua ocorrência é a existência de um processo inflamatório exacerbado, caraterístico não só da EA mas também das patologias a ela associadas.<br />
O objetivo da Consulta de Nutrição Funcional é encontrar a “origem” da EA. Para isso é fundamental perceber quais os processos no organismo que não estão a funcionar da “melhor forma”, sendo identificados os sistemas em desequilíbrio.<br />
Na EA prevalecem desequilíbrios nas funções clínicas fundamentais &#8211; processos fisiológicos que nos mantém vivos,  os quais são influenciados pelo nosso ambiente, genes e estilo de vida. A raiz/origem da EA reside assim no funcionamento “anormal” de um ou vários destes sistemas:</p>
<li>Assimilação (digestão, absorção, microbioma/flora intestinal);
<li>Defesa e reparação (sistema imunitário e inflamação);
<li>Energia (regulação energética e função mitocondrial);
<li>Biotransformação e eliminação (toxicidade e desintoxicação);
<li>Comunicação (hormonas, neurotransmissores, mensageiros imunológicos, cognição);
<li>Transporte (Sistema linfático e cardiovascular);
<li>Integridade estrutural (desde membranas subcelulares ao sistema musculoesquelético).<br />
<blockquote><p><em><strong>A identificação dos diferentes sistemas em desequilíbrios deve ser considerada de forma individual pois não só existe uma clara variabilidade individual ao nível dos sistemas afetados, mas também ao nível do impacto desse desequilíbrio no estado do utente.</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Qual a ajuda que a Nutrição Funcional pode dar na EA?</strong><br />
Sendo uma patologia inflamatória crónica, uma das bases da sua ocorrência é a existência de um processo inflamatório exacerbado, caraterístico não só da EA mas também das patologias a ela associadas.<br />
O objetivo da Consulta de Nutrição Funcional é encontrar a “origem” da EA. Para isso é fundamental perceber quais os processos no organismo que não estão a funcionar da “melhor forma”, sendo identificados os sistemas em desequilíbrio.<br />
Na EA prevalecem desequilíbrios nas funções clínicas fundamentais &#8211; processos fisiológicos que nos mantém vivos,  os quais são influenciados pelo nosso ambiente, genes e estilo de vida. A raiz/origem da EA reside assim no funcionamento “anormal” de um ou vários destes sistemas:</p>
<li>Assimilação (digestão, absorção, microbioma/flora intestinal);
<li>Defesa e reparação (sistema imunitário e inflamação);
<li>Energia (regulação energética e função mitocondrial);
<li>Biotransformação e eliminação (toxicidade e desintoxicação);
<li>Comunicação (hormonas, neurotransmissores, mensageiros imunológicos, cognição);
<li>Transporte (Sistema linfático e cardiovascular);
<li>Integridade estrutural (desde membranas subcelulares ao sistema musculoesquelético).<br />
<blockquote><p><em><strong>A identificação dos diferentes sistemas em desequilíbrios deve ser considerada de forma individual pois não só existe uma clara variabilidade individual ao nível dos sistemas afetados, mas também ao nível do impacto desse desequilíbrio no estado do utente.</strong></em></p></blockquote>
<p>É importante realçar que os diferentes sistemas orgânicos não estão dissociados uns dos outros, ou seja, <strong>um desequilíbrio num dos sistemas pode provocar um desequilíbrio nos restantes.</strong> O mesmo acontece quando consideramos os fenómenos bioquímicos. Por exemplo: Não podemos dissociar um desequilíbrio ao nível do processo inflamatório dum desequilíbrio ao nível do sistema imunitário pois existe uma interdependência e uma convergência ao nível dos fenómenos bioquímicos associados a ambos os processos.<br />
<strong>O cansaço, depressão, anemia e o aparecimento de patologias concomitantes são o reflexo claro do desequilíbrio de múltiplos sistemas orgânicos</strong> que estão na base de uma série de défices nutricionais e desequilíbrios ao nível dos processos bioquímicos, cujo efeito é um impacto negativo no estado de saúde do utente.<br />
Uma característica comum nos casos de EA é uma <strong>alteração a nível da flora intestinal com impacto claro no sistema imunitári</strong>o (que passa a atacar as suas próprias células), processo digestivo, hormonal e mesmo na tolerância a determinados alimentos.<br />
Propôs-se já uma <strong>relação entre o aparecimento e mesmo a progressão da EA (e as patologias a ela associadas) e a bactéria Klebsiella Pneumoniae</strong>, cujo crescimento é influenciado pela ingestão de amido.<br />
A redução da ingestão de amido associa-se a uma melhoria dos sintomas. Mas este é apenas um exemplo do impacto da Nutrição na melhoria da sintomatologia associada à EA.<strong> Há vários outros aspetos e terapêuticas que devem ser implementadas para melhoria dos sintomas e remissão da doença e isso depende da avaliação individual.</strong></p>
<p><strong>Como é possível uma pessoa beneficiar com a Nutrição Funcional?</strong></p>
<p>Através de uma <strong>dieta com capacidade para diminuir a inflamação associada à patologia, com a correção dos défices nutricionais e com o recurso a suplementos naturais. </strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Em muitos casos, consegue-se eliminar a dor na sua totalidade com a abordagem da Nutrição Funcional. </strong></em></p></blockquote>
<p>Para avaliar os sistemas em desequilíbrio é recolhida informação relativa: aos sintomas e sinais clínicos, às preocupações do utente e ao historial clínico. A partir dessa informação e com recurso a análises gerais e específicas identificam-se os sistemas em desequilíbrio, assim como os défices nutricionais e alterações a nível metabólico provocadas por esses desequilibrios.</p>
<p>Com recurso à Nutrição Funcional aliada às restantes terapias, conseguimos contrabalançar o processo inflamatório, com concomitante redução da destruição tecidular, equilíbrio do sistema imunitário, entre outros processos metabólicos. São observadas melhorias claras ao nível do cansaço, capacidade funcional, mau-estar e dor associadas à EA.<br />
O objetivo final: corrigir défices nutricionais, reequilibrar o processo inflamatório e todos os processos bioquímicos com funcionamento “anormal”, reequilibrar os sistemas do organismo e restabelecer ao máximo o estado de saúde, melhorando claramente a qualidade de vida do utente. </p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<li>Aguiar, R., &#038; Sepriano, A. (2013). Obtido de Sociedade Portuguesa de Reumatologia: http://www.spreumatologia.pt/doencas/espondilite-anquilosante;
<li>Ferreira, G., Barreto, R., Robinson, C., Plentz, R., &#038; Silva, M. (2016). Global Postural Reeducation for patients with musculoskeletal conditions: a systematic review of randomized controlled trials. Brazilina Journal of Physical Therapy;
<li>MacFarlane, T., Abbood, H., Pathan, E., Gordon, K., Juliane, H., &#038; MacFarlane, G. (2018). Relationship between diet and ankylosing spondylitis: A systematic review. European Journal of Rheumatology;
<li>RPG Souchard. (s.d.). RPG Souchard no tratamento de Espondilite Anquilosante. Obtido de http://www.rpgsouchard.com.br/pacientes/rpg-souchard-tratamento-espondilite-anquilosante/;
<li>Silva, E. (2010). Avaliação dos efeitos da Reeducação Postural Global (RPG) em pacientes com Espondilite Anquilosante. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.<br />
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2021/11/copy_405157037-e1637757673514.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="Haverá solução no tratamento da Espondilite Anquilosante? 33"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/dr-samuel/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Samuel Ferreira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Fisioterapeuta e Osteopata. Especialista em Reeducação Postural Global. Diretor Clínico da FISIOVIDA.</p>
<div class="image-colaborador"></div>
<div class="cv-colaborador">
<p><em>O fascínio pela fisioterapia e pelo empreendedorismo fazem com que a soma de ambas seja a fórmula perfeita encontrada pelo Samuel para, através da FISIOVIDA, ir ao encontro da sua maior paixão: transformar a vida das pessoas! Tem um enorme gosto pelo desporto sendo a prática de exercício uma atividade regular durante a semana, quer individualmente quer com os seus 4 filhos. Gosta muito de ouvir música e tocar o seu violino juntamente com a sua orquestra familiar. Viajar, de preferência em família e para destinos que possibilitem apreciar a natureza, é algo que procura fazer com frequência.</em></p>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especialização em Escolioses com referência mundial na área</title>
		<link>https://fisiovida.pt/especializacao-em-escolioses-com-referencia-mundial-na-area/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2018 14:52:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Escoliose]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[rpgistas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento escoliose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante os dias 21 e 24 de Julho de 2018, a FISIOVIDA teve a oportunidade de marcar presença com 2 dos seus 8 fisioterapeutas &#8220;RPGistas&#8221;, na formação avançada de RPG em Escolioses com o criador do método, o prof. Philippe Souchard. Atualmente a FISIOVIDA é a única clínica em Portugal que dispõe de um corpo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os dias <strong>21 e 24 de Julho de 2018</strong>, a FISIOVIDA teve a oportunidade de marcar presença com 2 dos seus 8 fisioterapeutas &#8220;RPGistas&#8221;, na <strong>formação avançada de RPG em Escolioses</strong> com o criador do método, o prof. Philippe Souchard.<br />

<img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="533" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/08/Dra.-Alice-e-Dra.-Luciana-com-Philippe-Souchard-1.jpg" class="attachment-large size-large" alt="" link="none" columns="1" size="large" ids="7003" orderby="post__in" include="7003" srcset="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/08/Dra.-Alice-e-Dra.-Luciana-com-Philippe-Souchard-1.jpg 400w, https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2018/08/Dra.-Alice-e-Dra.-Luciana-com-Philippe-Souchard-1-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" title="Especialização em Escolioses com referência mundial na área 35">

<p>Atualmente a FISIOVIDA é a única clínica em Portugal que dispõe de um corpo clínico com 8 fisioterapeutas com especialização em RPG, tendo todos eles tido o privilégio de serem formados pelo criador do método, Prof. Philippe Souchard.<br />
<strong></p>
<blockquote><p>Com a realização desta formação avançada de &#8220;RPG em Escolioses&#8221;, a FISIOVIDA passou a contar com mais fisioterapeutas &#8220;RPGistas&#8221; na sua equipa, especializados numa área tão importante e complexa como as ESCOLIOSES, reforçando ainda mais o seu estatuto como clínica especialista na utilização deste método de tratamento.</strong></p></blockquote>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2021/11/copy_405157037-e1637757673514.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="Especialização em Escolioses com referência mundial na área 36"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/dr-samuel/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Samuel Ferreira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Fisioterapeuta e Osteopata. Especialista em Reeducação Postural Global. Diretor Clínico da FISIOVIDA.</p>
<div class="image-colaborador"></div>
<div class="cv-colaborador">
<p><em>O fascínio pela fisioterapia e pelo empreendedorismo fazem com que a soma de ambas seja a fórmula perfeita encontrada pelo Samuel para, através da FISIOVIDA, ir ao encontro da sua maior paixão: transformar a vida das pessoas! Tem um enorme gosto pelo desporto sendo a prática de exercício uma atividade regular durante a semana, quer individualmente quer com os seus 4 filhos. Gosta muito de ouvir música e tocar o seu violino juntamente com a sua orquestra familiar. Viajar, de preferência em família e para destinos que possibilitem apreciar a natureza, é algo que procura fazer com frequência.</em></p>
</div>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/especializacao-em-escolioses-com-referencia-mundial-na-area/">Especialização em Escolioses com referência mundial na área</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
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		<title>Tratamento conservador (Fisioterapia, Osteopatia, RPG) PRIMEIRAMENTE e só depois CIRURGIA?</title>
		<link>https://fisiovida.pt/tratamento-conservador-fisioterapia-osteopatia-rpg-em-primeiro-lugar-e-so-depois-cirurgia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samuel Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 17:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisioterapia Avançada]]></category>
		<category><![CDATA[Osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Reeducação Postural Global - RPG]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento conservador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Avanço já para a CIRURGIA??&#8230;ou tento algum tratamento conservador como Fisioterapia, Osteopatia, RPG&#8230;para resolver o meu problema?” Esta é uma questão que paira na mente de muitas pessoas que procuram a FISIOVIDA, muitos deles recorrendo aos nossos serviços como um tratamento de fim de linha (“é a última oportunidade antes de ser operado”) ou então [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Avanço já para a CIRURGIA??&#8230;ou tento algum tratamento conservador como Fisioterapia, Osteopatia, RPG&#8230;para resolver o meu problema?”</strong></p>
<p>Esta é uma questão que paira na mente de muitas pessoas que procuram a FISIOVIDA, muitos deles recorrendo aos nossos serviços como um tratamento de fim de linha (“é a última oportunidade antes de ser operado”) ou então com muitas dúvidas sobre se optar pela cirurgia ou pelo tratamento conservador.</p>
<p><strong>Hérnias discais, osteófitos (“bicos de papagaio”), alterações degenerativas marcadas como artroses do joelho e anca, escoliose, tendinopatias calcificadas ou ruturas musculo-tendinosas</strong> são as queixas que mais surgem com mais dúvidas de como solucionar o problema.</p>
<blockquote><p><em><strong>A questão é que… NÃO HÁ uma resposta concreta para um diagnóstico médico. Na FISIOVIDA, as nossas respostas baseiam-se na HISTÓRIA CLÍNICA exaustiva e na AVALIAÇÃO FÍSICA detalhada de cada utente, de forma a conseguirmos aconselhar aquela que perante os dados recolhidos nos parece a melhor opção.</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Em muitos dos casos, a opção pela cirurgia NÃO pode NEM DEVE basear-se nos exames complementares de diagnóstico</strong>, pelo que a avaliação física e funcional e as queixas do utente são determinantes para conseguir determinar a verdadeira origem das suas queixas e dar o melhor seguimento a cada caso. (Pode <a href="https://fisiovida.pt/a-dor-tem-sempre-diagnostico-imagiologico/">Ler AQUI um Excelente Artigo sobre a relação entre os meios complementares de diagnóstico e a DOR</a>)</p>
<p>Há vários estudos que têm vindo a provar que os meios complementares de diagnóstico não têm correlação direta com a dor/sintomatologia, ou seja, <strong>na prática é possível uma pessoa ter uma hérnia discal e não sentir qualquer dor, ou inversamente, é também possível uma pessoa ter dor e não ter nada que aparentemente esteja errado nos meios complementares de diagnóstico.</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Em vários problemas clínicos, o tratamento conservador, neste caso a Fisioterapia, provou ser tão ou mais eficaz que a abordagem cirúrgica.</strong></em></p></blockquote>
<p>É o caso das hérnias discais: normalmente estas têm pouca correlação com os sintomas evidenciados pelo utente (<a href="https://fisiovida.pt/sentir-ou-nao-sentir-dor-eis-a-questao/">Ler AQUI artigo completo sobre a DOR</a>).<br />
Uma das desvantagens da abordagem cirúrgica é que a recuperação pós-cirúrgica é mais demorada do que o tempo de cicatrização normal do corpo humano na hérnia não sujeita a cirurgia. <a href="https://fisiovida.pt/cirurgia-a-hernia-discal-como-primeira-opcao-ou-tratamento-conservador/">(Ler AQUI artigo que explica esse mecanismo)</a></p>
<p>Contudo, a gravidade da lesão ou patologia justifica a abordagem cirúrgica, sendo por vezes a única forma de tratamento. <strong>Mesmo nestes casos, não sendo a Fisioterapia a solução PRIMÁRIA, pode ser muito útil no período pré-operatório, bem como na abordagem pós-cirúrgica de forma a potenciar a recuperação e diminuir possíveis repercussões.</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>Tire as suas dúvidas: Visite a FISIOVIDA e tome uma decisão consciente e com impacto na sua saúde no presente e no futuro!</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Autor do artigo:</strong> Dr. João Baptista &#8211; fisioterapeuta FISIOVIDA</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://fisiovida.pt/wp-content/uploads/2021/11/copy_405157037-e1637757673514.png" width="100" height="100" alt="" itemprop="image" title="Tratamento conservador (Fisioterapia, Osteopatia, RPG) PRIMEIRAMENTE e só depois CIRURGIA? 38"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://fisiovida.pt/author/dr-samuel/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Samuel Ferreira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Fisioterapeuta e Osteopata. Especialista em Reeducação Postural Global. Diretor Clínico da FISIOVIDA.</p>
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<div class="cv-colaborador">
<p><em>O fascínio pela fisioterapia e pelo empreendedorismo fazem com que a soma de ambas seja a fórmula perfeita encontrada pelo Samuel para, através da FISIOVIDA, ir ao encontro da sua maior paixão: transformar a vida das pessoas! Tem um enorme gosto pelo desporto sendo a prática de exercício uma atividade regular durante a semana, quer individualmente quer com os seus 4 filhos. Gosta muito de ouvir música e tocar o seu violino juntamente com a sua orquestra familiar. Viajar, de preferência em família e para destinos que possibilitem apreciar a natureza, é algo que procura fazer com frequência.</em></p>
</div>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt/tratamento-conservador-fisioterapia-osteopatia-rpg-em-primeiro-lugar-e-so-depois-cirurgia/">Tratamento conservador (Fisioterapia, Osteopatia, RPG) PRIMEIRAMENTE e só depois CIRURGIA?</a> first appeared on <a rel="nofollow" href="https://fisiovida.pt">Fisiovida</a>.</p>
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