Acordei com torcicolo, o que fazer?

O torcicolo normalmente aparece de forma imprevista e pode ser bastante doloroso e incapacitante. Normalmente deve-se a um “mau jeito” ou posicionamento durante o sono, a posturas prolongadas, a um movimento brusco imprevisto após um trauma ou até mesmo por stress emocional.

Frequentemente, o principal responsável pelos sintomas referidos pelo paciente é o espasmo do músculo esternocleidomastoideu, localizado na face anterior e lateral do pescoço e que quando permanece num estado de contração patológica faz com que a cabeça do utente permaneça numa posição de inclinação a um lado e rotação ao lado oposto. A permanência da cabeça nesta posição pode trazer adaptações e/ou compensações em outras regiões do corpo à distância, uma vez que afeta, quer a horizontalidade do órgão da visão, da audição e do equilíbrio, quer a função do aparelho mastigatório.

Por norma, tende a ser uma condição benigna e que muitas vezes se resolve com aplicação de uma suave auto-massagem, de calor local e alongamentos. No entanto, em situações mais severas, o problema pode persistir durante alguns dias, sendo necessário a intervenção de profissionais especializados, como os que encontra na FISIOVIDA. Nestes casos, podem haver outros fatores que contribuem para a perpetuação do problema, como alterações posturais, da mobilidade vertebral e cranial ou, se o torcicolo for recorrente, será necessário fazer um diagnóstico diferencial com outras patologias e/ou causas.

A PREVENÇÃO terá neste caso também um papel essencial. Numa sociedade cada vez mais sedentária e onde reinam as posturas mantidas no tempo, será importante a introdução de exercícios específicos nas rotinas do seu dia-a-dia.

Não caia na tentação de recorrer a anti-inflamatórios ou relaxante musculares. Aconselhe-se e entregue a sua SAÚDE ao cuidado dos profissionais qualificados da FISIOVIDA e comprove os resultados em pouco tempo!

Autora do artigo: Dra Joana Dias – fisioterapeuta FISIOVIDA